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Mostrando entradas de febrero, 2013
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Sou vil, sou reles, como toda a gente Sou vil, sou reles, como toda a gente Não tenho ideais, mas não os tem ninguém. Quem diz que os tem é como eu, mas mente. Quem diz que busca é porque não os tem. É com a imaginação que eu amo o bem. Meu baixo ser porém não mo consente. Passo, fantasma do meu ser presente, Ébrio, por intervalos, de um Além. Como todos não creio no que creio. Talvez possa morrer por esse ideal. Mas, enquanto não morro, falo e leio. Justificar-me? Sou quem todos são... Modificar-me? Para meu igual?... — Acaba já com isso, ó coração!
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FRAGMENTO DE POEMA DE FERNANDO PESSOA Hijo mío, cuando muera sea yo el niño, sea yo el más pequeño. Cógeme en brazos y llévame adentro de tu casa. Desnuda mi ser cansado y humano y acuéstame en tu cama. Y si me desvelo, cuenta historias para que vuelva a adormecer. Y dame sueños tuyos para que yo juegue hasta que nazca en un día cualquiera que tú ya sabes cuál es. In memoriam A.M.H